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Sem brilhantismo, Espanha cai nos pênaltis para Rússia e dá adeus a Copa

Sergio Ramos e a Espanha deram adeus a Copa.
(Foto: Ryan Pierse/Getty Images)

Após empatar na última rodada com o Marrocos, o treinador Fernando Hierro resolveu mexer na sua equipe que pegaria a Rússia neste domingo (1°), no Estádio Lujniki, em Moscou, por uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo: colocou Asensio e Nacho nos lugares de Iniesta e Carvajal.

Já diriam os grandes entendedores: a bola pune. Puniu. A Espanha não propôs, muito menos quis jogar e a Rússia se limitou a se defender. Com um time melhor, os espanhóis foram abaixo do que podem render e foram eliminados nos pênaltis para os russos. No tempo normal e na prorrogação: 1 a 1, gols de Ignashevich contra e Dzyuba. Nas penalidades, 4 a 3 para os russos.

Na próxima fase, nas quartas de final, a Rússia espera o vencedor de Croácia e Dinamarca que se enfrentam mais tarde para formar mais um duelo. A Espanha, campeã mundial, dá adeus a sonho do bicampeonato.

RESUMÃO DA PARTIDA

Assim como em diversos jogos, a Espanha trocou passes calmamente no início do jogo impondo seu ritmo e via a Rússia se concentrar de forma defensiva, esperando por uma bola no contra-ataque para surpreender.

A tática russa talvez não tenha funcionado tão bem, porque aos 10 minutos, após cobrança de falta de Asensio, a bola que iria para Sergio Ramos, parou em Ignashevich que disputava espaço com o zagueiro espanhol e foi para o fundo do gol: 1 a 0, e proposta de jogo indo por água abaixo.

Sergio Ramos é abraçado pelo seu meio gol, que foi dado para Ignashevich, contra.
(Foto: VI-Images/Getty Images)

Sem pressa e com o resultado a favor, a Espanha trocava passes no seu campo defensivo e não mostrava nenhuma atitude para aumentar o placar e via a Rússia também não fazer marcação alta ou esboçar qualquer tipo de reação.

Os minutos iam passando e aos poucos, os russos iam tomando coragem para invadir o campo defensivo espanhol. Uma chance com Golovin que chutou perto da trave de De Gea acendeu os ânimos. A calmaria se transformou em animação. Aos 40 minutos, após cobrança de escanteio de Zhirkov, a bola cabeceada por Dzyuba bate na mão de Piqué e o árbitro assinala pênalti corretamente. Na cobrança, o próprio Dzyuba cobrou bem - bola de um lado, De Gea para o outro: 1 a 1.

Bola de um lado, goleiro de outro. Dzyuba empatou a partida.
(Foto: Anthony Dibon/Icon Sport/Getty Images)

Na volta do intervalo, a Rússia ameaçou começar uma pressão maior e marcar no campo ofensivo, mas não passou apenas de uma miragem. Já a Espanha, voltou a ficar com a posse, mas volta como no primeiro tempo, sem objetividade alguma.

Nenhuma das seleções buscavam fazer o gol e o jogo ficava em um ritmo sem graça, sem grandes emoções como vinha acontecendo nos outros jogos. A Espanha no seu tradicional toque de bola, mas sem conseguir furar a retranca russa e a Rússia a espera de uma bola para tentar fazer o improvável. Não deu nem uma, nem outra, a prorrogação estava ativada.

PRORROGAÇÃO

A tônica da partida persistiu até a prorrogação, nem as mudanças feitas pelos dois treinadores conseguiram mudar o panorama do jogo e a agressividade não se via. A Espanha até tentou com alguns chutes de longe, jogadas individuais por parte de Rodrigo, mas todas pararam em Akinfeev. A Rússia ainda sonhava com uma bola que poderia mudar o rumo de tudo, mas não apareceu. As penalidades decidiriam o classificado.

PENALIDADES

Nas cobranças de pênaltis, Iniesta, Piqué e Sérgio Ramos converteram suas penalidades, enquanto Koke e Iago Aspas tiveram seus pênaltis defendidos por Akinfeev. Pelo lado da Rússia, Smolov, Ignashevich, Golovin e Cheryshev cobraram bem e anotaram os quatro gols dos russos, que garantiram a classificação para a próxima fase.







Espanha 1(3)x1(4) Rússia
Data: 1° de julho, domingo
Local: Estádio Lujniki, Moscou (RUS)
Gols: Ignashevich 10’ (GC) | Dzyuba 40’

Espanha: De Gea; Nacho (Carvajal), Piqué, Ramos e Alba; Busquets, Koke, Asensio (Rodrigo), David Silva (Iniesta) e Isco; Diego Costa (Aspas); Técnico: Fernando Hierro

Rússia: Akinfeev; Mário Fernandes, Kutepov, Ignashevich, Kudryashov e Zhirkov (Granat); Kuzyaev (Erokhin), Zobnin, Samedov (Cheryshev), Golovin; Dzyuba (Smolov); Técnico: Stanislav Cherchesov
Sem brilhantismo, Espanha cai nos pênaltis para Rússia e dá adeus a Copa Sem brilhantismo, Espanha cai nos pênaltis para Rússia e dá adeus a Copa Publicadas por Vinicius Costa em julho 01, 2018 Mais 5